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	<title>Blog Escola de Inteligência &#187; novidades</title>
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		<title>Uma pesquisa com resultados interessantes.</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 19:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões interessantes]]></category>
		<category><![CDATA[curiosidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Certa vez uma psicóloga social perspicaz e culta, mas embriagada de arrogância, fazia uma pesquisa sobre os fenômenos psíquicos que motivam os seres humanos a executarem tarefas rotineiras, enfadonhas, tediosas. Antes de iniciar a pesquisa, achava que diversas pessoas eram marionetes do sistema social, possuíam uma reduzida capacidade de reflexão sobre os ditames da vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Certa vez uma psicóloga social perspicaz e culta, mas embriagada de arrogância, fazia uma pesquisa sobre os fenômenos psíquicos que motivam os seres humanos a executarem tarefas rotineiras, enfadonhas, tediosas. Antes de iniciar a pesquisa, achava que diversas pessoas eram marionetes do sistema social, possuíam uma reduzida capacidade de reflexão sobre os ditames da vida e por isso eram controladas por atividades repetitivas. Considerava que gastavam tempo demais com coisas irrelevantes diante de uma existência tão breve. “Vivem porque estão vivas, não mergulham dentro de si, não questionam a si mesmas”, pensava ela.<br />
Durante a pesquisa, fazia perguntas aos entrevistados e tomava nota de todas as respostas, sublinhando as idéias mais profundas e expressadas com maior vibração. Encontrou algumas pessoas que não se interiorizavam, mas surpreendeu-se com outras.<br />
Perguntou com veemência a um cientista que pesquisava partículas subatômicas: “O que o estimulou a trabalhar durante trinta anos nesse ambiente fechado? Você não se aborrece com a rotina? A repetição não o perturba?”<br />
O laboratório parecia um claustro, uma sofisticada prisão. Mas a resposta do cientista abalou suas convicções. Ele percebeu a provocação que havia na pergunta e, fitando-a nos olhos, disse, de forma apaixonada: “O ambiente em que trabalho é aparentemente fechado e asfixiante, tudo parece controlado, mas aqui há espaços que nunca foram penetrados e estradas nunca percorridas. Sou um peregrino que tenta desvendar o invisível para entender o visível. Somente entendendo o infinitamente pequeno podemos compreender o demasiado grande. Mas infelizmente muitos só enxergam com os olhos.”<br />
A psicóloga calou-se, entendendo o recado. Não via o essencial. Percebeu que tinha de enxergar além das imagens que incidiam em sua retina.<br />
Muitas pessoas hoje destroem sua capacidade de se encantar com a vida. Não poucos intelectuais acumulam títulos acadêmicos, mas deixam de ser produtivos. Inúmeros executivos contaminam-se com o poder e se tornam estéreis. Educadores se deixam inebriar com a posição de mestres e perdem a capacidade de aprender como pequenos alunos. Na verdade, é nas pequenas coisas que conseguimos a real satisfação e o pleno sentimento de paz e felicidade!<br />
(extraído do livro A Sabedoria Nossa de Cada Dia, Augusto Cury)</p>
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		<title>Uma viagem para a mente humana.</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Apr 2010 13:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opiniões interessantes]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
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		<description><![CDATA[Todo ser humano é um viajante incurável. Sim, das crianças aos idosos, dos iletrados aos intelectuais, dos réus aos juizes, é um viajante. Os inseguros, ainda que tenham pavor de pegar um avião, jamais deixaram de ser viajantes. O medo de acidentar-se, ferir-se ou extirpar a vida, os aprisiona no território da emoção, mas nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todo ser humano é um viajante incurável.  Sim, das crianças aos idosos, dos iletrados aos intelectuais, dos réus aos juizes, é um viajante. Os inseguros, ainda que tenham pavor de pegar um avião, jamais deixaram de ser viajantes. O medo de acidentar-se, ferir-se ou extirpar a vida, os aprisiona no território da emoção, mas nem por isso deixam de viajar. Sem saber possuem uma fascinante aeronave que os transportam numa velocidade maior do que da luz e os fazem mergulhar no túnel do tempo e remoer o passado ou antecipar o futuro. Refiro-me a aeronave da mente humana e ao veiculo da imaginação.<br />
A imaginação é capaz de fazer bebês que não andam a saltarem dos seus berços e correrem pela casa. É capaz de levar os tímidos a gritar no silêncio e expressar palavras que jamais ganharam sonoridade. Leva os pacientes psicóticos a velejarem em seus delírios e alucinações. Liberta os cientistas do cárcere da mesmice conduzindo-os a ver o que as imagens nunca revelaram. O veiculo da imaginação leva uma mãe que perdeu seu filho a enxergá-lo pulsando vida na eternidade. Faz uma pessoa socialmente humilhada, traída ou falida a transformar o caos em oportunidade criativa, as lágrimas em esperança, as perdas em ganhos. Viajar não é uma opção do Homo sapiens, viajar é seu destino. Ninguém controla plenamente o veiculo da imaginação. Entretanto, quando usamos a imaginação positivamente podemos realizar desejos, conquistar sonhos e ser autores de nossa história. Vamos navegar nas águas da emoção!<br />
(por Augusto Cury)</p>
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