<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Blog Escola de Inteligência &#187; mudanças</title>
	<atom:link href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/tag/mudancas/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.escolainteligencia.com.br/blog</link>
	<description>Educando para a vida...</description>
	<lastBuildDate>Sun, 01 Jan 2012 16:26:02 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.1</generator>
		<item>
		<title>O que (quase) ninguém vê &#8211; REVISTA EDUCAÇÃO &#8211; EDIÇÃO 158</title>
		<link>http://www.escolainteligencia.com.br/blog/nossa-preocupacao/o-que-quase-ninguem-ve-revista-educacao-edicao-158/</link>
		<comments>http://www.escolainteligencia.com.br/blog/nossa-preocupacao/o-que-quase-ninguem-ve-revista-educacao-edicao-158/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 13:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa preocupação]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[novas possibilidades]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.escolainteligencia.com.br/blog/?p=326</guid>
		<description><![CDATA[Pesquisa aponta que os maus tratos entre alunos são recorrentes no cotidiano escolar; vítimas não buscam ajuda após a agressão Lucie Ferreira Um levantamento inédito sobre a violência no ambiente escolar brasileiro apontou, em abril deste ano, que 70% dos alunos entrevistados já haviam presenciado, pelo menos uma vez, maus tratos a colegas na sala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa aponta que os maus tratos entre alunos são recorrentes no cotidiano escolar; vítimas não buscam ajuda após a agressão<br />
Lucie Ferreira</p>
<p>Um levantamento inédito sobre a violência no ambiente escolar brasileiro apontou, em abril deste ano, que 70% dos alunos entrevistados já haviam presenciado, pelo menos uma vez, maus tratos a colegas na sala de aula. Aqueles que informaram ter visto colegas serem maltratados várias vezes por semana somam quase 9%, enquanto 10% viram atos violentos todos os dias. Mais: das cinco regiões do país, a Sudeste é a que apresenta maior frequência de maus tratos entre colegas, seguida por Centro-Oeste e Sul. Realizada pela ONG Plan Brasil, a pesquisa Bullying escolar no Brasil foi realizada entre os meses de outubro e dezembro de 2009 e envolveu 5.168 estudantes de 5as, 6as, 7as e 8as séries de 25 escolas públicas e particulares nas cinco regiões do país, além de professores, funcionários, diretores e coordenadores de escolas e pais de alunos.<br />
O bullying, termo inglês que significa intimidação, compreende atitudes agressivas de todas as formas, praticadas de maneira intencional e repetitiva. Executadas em uma relação desigual de poder, ocorrem sem motivação aparente, causando dor e angústia na vítima. Embora tenha se tornado bastante recorrente na mídia a partir da década de 1990, o bullying não é um fenômeno novo. Na literatura, o escritor austríaco Robert Musil narrou esse tipo de maus tratos em O Jovem Törless, publicado em 1906. A vítima era Basini, aluno de um colégio interno flagrado ao roubar outro colega. Como forma de repreensão, dois estudantes decidem aplicar-lhe castigos humilhantes. </p>
<p>&#8220;O bullying sempre existiu, mas era tratado como uma forma de violência sem características próprias&#8221;, comenta a professora Luciene Tognetta, do Departamento de Psicologia Educacional da Faculdade de Educação (FE) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). &#8220;O olhar da ciência se volta às peculiaridades do bullying que o tornam mais sério do que outras formas de violência: é repetido e a vítima tem força para suportá-lo&#8221;, completa. Segundo Cleo Fante, a gravidade do bullying e seu prejuízo eram considerados brincadeiras próprias da fase do amadurecimento do indivíduo. Essa interpretação foi desmistificada por estudos desenvolvidos pela Universidade de Bergen, na Noruega, durante a década de 80, que alertavam sobre a existência de um fenômeno velho e novo. O material também apontava que o bullying exigiria a atenção e a preocupação não só dos profissionais das escolas, mas dos pais e da sociedade como um todo. </p>
<p>A Escola de Inteligência vem de encontro com esta questão e apresenta novos caminhos para lidar com o bullying. Através do exercício onde cada aluno aprende a se colocar no lugar dos outros é dado o primeiro passo para o enfrentamento desta questão tão preocupante dentro da educação de nosso país. </p>
<p>Leia mais sobre esta reportagem em http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=12916</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.escolainteligencia.com.br/blog/nossa-preocupacao/o-que-quase-ninguem-ve-revista-educacao-edicao-158/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

