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	<title>Blog Escola de Inteligência &#187; educação</title>
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	<description>Educando para a vida...</description>
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		<title>O que (quase) ninguém vê &#8211; REVISTA EDUCAÇÃO &#8211; EDIÇÃO 158</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 13:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa preocupação]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisa aponta que os maus tratos entre alunos são recorrentes no cotidiano escolar; vítimas não buscam ajuda após a agressão Lucie Ferreira Um levantamento inédito sobre a violência no ambiente escolar brasileiro apontou, em abril deste ano, que 70% dos alunos entrevistados já haviam presenciado, pelo menos uma vez, maus tratos a colegas na sala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa aponta que os maus tratos entre alunos são recorrentes no cotidiano escolar; vítimas não buscam ajuda após a agressão<br />
Lucie Ferreira</p>
<p>Um levantamento inédito sobre a violência no ambiente escolar brasileiro apontou, em abril deste ano, que 70% dos alunos entrevistados já haviam presenciado, pelo menos uma vez, maus tratos a colegas na sala de aula. Aqueles que informaram ter visto colegas serem maltratados várias vezes por semana somam quase 9%, enquanto 10% viram atos violentos todos os dias. Mais: das cinco regiões do país, a Sudeste é a que apresenta maior frequência de maus tratos entre colegas, seguida por Centro-Oeste e Sul. Realizada pela ONG Plan Brasil, a pesquisa Bullying escolar no Brasil foi realizada entre os meses de outubro e dezembro de 2009 e envolveu 5.168 estudantes de 5as, 6as, 7as e 8as séries de 25 escolas públicas e particulares nas cinco regiões do país, além de professores, funcionários, diretores e coordenadores de escolas e pais de alunos.<br />
O bullying, termo inglês que significa intimidação, compreende atitudes agressivas de todas as formas, praticadas de maneira intencional e repetitiva. Executadas em uma relação desigual de poder, ocorrem sem motivação aparente, causando dor e angústia na vítima. Embora tenha se tornado bastante recorrente na mídia a partir da década de 1990, o bullying não é um fenômeno novo. Na literatura, o escritor austríaco Robert Musil narrou esse tipo de maus tratos em O Jovem Törless, publicado em 1906. A vítima era Basini, aluno de um colégio interno flagrado ao roubar outro colega. Como forma de repreensão, dois estudantes decidem aplicar-lhe castigos humilhantes. </p>
<p>&#8220;O bullying sempre existiu, mas era tratado como uma forma de violência sem características próprias&#8221;, comenta a professora Luciene Tognetta, do Departamento de Psicologia Educacional da Faculdade de Educação (FE) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). &#8220;O olhar da ciência se volta às peculiaridades do bullying que o tornam mais sério do que outras formas de violência: é repetido e a vítima tem força para suportá-lo&#8221;, completa. Segundo Cleo Fante, a gravidade do bullying e seu prejuízo eram considerados brincadeiras próprias da fase do amadurecimento do indivíduo. Essa interpretação foi desmistificada por estudos desenvolvidos pela Universidade de Bergen, na Noruega, durante a década de 80, que alertavam sobre a existência de um fenômeno velho e novo. O material também apontava que o bullying exigiria a atenção e a preocupação não só dos profissionais das escolas, mas dos pais e da sociedade como um todo. </p>
<p>A Escola de Inteligência vem de encontro com esta questão e apresenta novos caminhos para lidar com o bullying. Através do exercício onde cada aluno aprende a se colocar no lugar dos outros é dado o primeiro passo para o enfrentamento desta questão tão preocupante dentro da educação de nosso país. </p>
<p>Leia mais sobre esta reportagem em http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=12916</p>
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		<title>Aplicação das técnicas do Projeto Escola de Inteligência gerando a escola dos nossos sonhos.</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 21:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aprendendo]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[sonho]]></category>

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		<description><![CDATA[Não podemos nos esquecer que os professores do mundo todo estão adoecendo coletivamente. Os professores são cozinheiros do conhecimento, só que eles preparam o alimento para uma platéia sem apetite. Qualquer mãe fica um pouco paranóica quando seus filhos não se alimentam. Como exigir saúde dos professores se seus alunos têm anorexia intelectual? Pela saúde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não podemos nos esquecer que os professores do mundo todo estão adoecendo coletivamente. Os professores são cozinheiros do conhecimento, só que eles preparam o alimento para uma platéia sem apetite. Qualquer mãe fica um pouco paranóica quando seus filhos não se alimentam. Como exigir saúde dos professores se seus alunos têm anorexia intelectual? Pela saúde deles e de seus alunos a educação tem de ser reconstruída.<br />
As escolas que já estão aplicando as técnicas psicossociais do projeto escola de inteligência estão assistindo a algo maravilhoso. O estresse dos professores e os gritos implorando o silêncio estão diminuindo. Os níveis de ansiedade, as conversas paralelas e os atritos entre os alunos atenuaram-se. Cresceu a concentração, o prazer de aprender e a participação.<br />
Uma diretora de uma escola que lê meus livros me pediu ansiosamente ajuda. Ela chamava com freqüência o policiamento para conter a agressividade entre os alunos. Comovido, treinei os professores. Eles aplicaram todas essas técnicas durante um ano. O resultado? Além de muitos ganhos intelectuais, ela não mais chamou o policiamento. Os gritos cessaram, os alunos se acalmaram, o respeito surgiu. Os alunos foram estimulados a tornarem-se poetas da vida.<br />
Diante das mudanças tão grandes, a diretora usou a seguinte expressão para mim “eu não acredito no que aconteceu na minha escola”. Não fiz muito, os professores é que merecem todos os aplausos. Talvez essa seja uma das raríssimas experiências mundiais de mudanças significativas na dinâmica da personalidade e no processo educacional com aplicação de técnicas psicopedagógicas.<br />
Qual é a escola dos seus sonhos? Para mim é a escola que educa os jovens para extraírem força na fragilidade, segurança na terra do medo, esperança na desolação, sorriso nas lágrimas e sabedoria nos fracassos.<br />
A escola dos meus sonhos tem a seriedade de um executivo e a alegria de um palhaço, tem a força da lógica e a singeleza do amor.  Na escola dos meus sonhos cada criança é uma jóia única no teatro da existência, mais importante que todo dinheiro do mundo. Nela, os professores e os alunos escrevem a mesma história, são jardineiros que fazem da sala de aula um canteiro de sonhos.<br />
Qual é a família dos seus sonhos? A família dos meus sonhos não é perfeita. Não tem pais infalíveis e nem filhos que não causam frustrações. É aquela em que eles têm coragem para dizer um ao outro “Eu te amo”, “Eu exagerei”, “Desculpem-me”, “Vocês são importantes para mim”. A família dos meus sonhos é uma festa. Um lugar simples, mas onde há gente feliz.<br />
(extraído do livro Pais Brilhantes, Professores Fascinantes de Augusto Cury). </p>
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		<title>A educação que faz pensar</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 15:11:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Aprendendo]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[emoção]]></category>

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		<description><![CDATA[Menos da metade dos jovens atigiram a média mínima no ENEM. Uma prova inteligente que estimula a arte de pensar e, não apenas a de repetir idéias, mas isto, infelizmente, não faz parte da rotina dos nossos jovens. A criatividade, a inteligência multifocal, que é a capacidade de enxegarmos de múltiplos ângulos o mesmo fenômeno, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Menos da metade dos jovens atigiram a média mínima no ENEM. Uma prova inteligente que estimula a arte de pensar e, não apenas a de repetir idéias, mas isto, infelizmente, não faz parte da rotina dos nossos jovens.</p>
<p>A criatividade, a inteligência multifocal, que é a capacidade de enxegarmos de múltiplos ângulos o mesmo fenômeno, está cada vez mais rara na sociedade moderna.</p>
<p>A educação, apesar de tão importante, precisa reavaliar seus paradigmas se quiser resgatar os jovens para um papel ativo na sociedade, como pensador e produtor de novos conhecimentos.</p>
<p>A memória não deve ser utilizada apenas como um depósito de informações, pois se assim for, o conhecimento será registrado sem emoção na memória do aluno, e não tendo impacto relevante na sua personalidade, perdendo-se em meio às múltiplas informações que recebem no dia a dia.</p>
<p>A educação precisa atingir a emoção!!</p>
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