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	<title>Blog Escola de Inteligência &#187; Nossa preocupação</title>
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	<description>Educando para a vida...</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Sep 2010 17:55:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>A ditadura da beleza está influenciando também as crianças, e a Escola de Inteligência está preocupada com isso.</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 19:35:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa preocupação]]></category>

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		<description><![CDATA[O desenho abaixo foi recolhido nas atividades da Escola de Inteligência realizadas no Educandário Santo Antônio de Bebedouro. Observe-o O que ele representa pra você? A primeira vista é apenas um desenho que não nos remete a nada. Observe bem os detalhes, veja as informações escritas. Ao pedir à educanda que me explicasse o desenho, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O desenho abaixo foi recolhido nas atividades da Escola de Inteligência realizadas no Educandário Santo Antônio de Bebedouro.<br />
Observe-o </p>
<p><img src="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/Imagem1-300x199.jpg" alt="M. E. G." title="M. E. G." width="300" height="199" class="aligncenter size-medium wp-image-386" /></p>
<p>O que ele representa pra você?</p>
<p>A primeira vista é apenas um desenho que não nos remete a nada.<br />
Observe bem os detalhes,  veja as informações escritas.<br />
Ao pedir à educanda que me explicasse o desenho, obtive a seguinte resposta:<br />
- Olha essa menina, ela chamou seu amigo de “cabelo duro”. Ela estava de chapinha e ele molhou o cabelo dela, ou seja, se ela usa chapinha é porque o cabelo dela também é duro.</p>
<p>Que reflexão podemos fazer a partir desse desenho?<br />
Apesar de ser um desenho, é uma realidade. As crianças e adolescentes já estão influenciados pelos padrões de beleza impostos pela sociedade, tornando-as demasiadamente críticas em relação a sua aparência.<br />
Ela muitas vezes se isola por esse motivo, se achando feia, se achando inferior às demais, outras vezes ela vai se “mascarar” e projetar no outro o que ela não gosta em si mesma.<br />
É neste momento que a Escola de Inteligência entra em ação, não para repreender a criança ou o adolescente, mas para mostrar-lhe e fazer entender que o importante não é a aparência, mas sim o que ela é, sua essência. Ensinar que primeiramente nós devemos nos amar, para depois amar o outro e também ser amado.<br />
Enquanto pais e educadores, qual é o nosso papel em relação a isso? O que temos feito para mudar esse cenário?</p>
<p>Sugestão de leituras:<br />
A beleza está nos olhos de quem vê / Camila Cury / Ed.: Sextante<br />
A ditadura da beleza e a revolução das mulheres / Augusto Cury / Ed.: Sextante</p>
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		<title>A beleza está nos olhos de quem vê: Como se libertar dos padrões massacrantes e da ditadura do corpo perfeito</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 17:45:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gustavo Mattos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa preocupação]]></category>

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		<description><![CDATA[Este é o título do livro de Camila Cury, diretora geral do Projeto Escola de Inteligência. &#8220;Um tema que todos nós precisamos discutir sem medo, sem reservas e sem preconceitos. A beleza, da estética ao conteúdo, está nos olhos de quem interpreta, sente, vive. Camila entendeu que, para ser emocionalmente saudável numa sociedade doente, cada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o título do livro de Camila Cury, diretora geral do Projeto Escola de Inteligência.</p>
<p>&#8220;Um tema que todos nós precisamos discutir sem medo, sem reservas e sem preconceitos. A beleza, da estética ao conteúdo, está nos olhos de quem interpreta, sente, vive.<br />
Camila entendeu que, para ser emocionalmente saudável numa sociedade doente, cada mulher deveria &#8211; assim como pratica andar, dirigir, usar computadores &#8211; treinar seu Eu para deixar de ser passiva, liberar suas habilidades para escrever sua própria história e sentir-se única, bela, inteligente, apesar de suas falhas e limitações.&#8221; &#8211; Augusto Cury</p>
<p>Quantas vezes você já se olhou no espelho e desejou que seu nariz fosse um pouco menor, que seus seios fossem mais volumosos, suas coxas, mais grossas e sua barriga, mais durinha? Provavelmente você acredita que, se esses desejos se tornassem realidade, seria mais feliz. No entanto, o que impede a sua felicidade não são esses &#8220;defeitos&#8221; que você enxerga em seu corpo, e sim a maneira como se sente em relação a eles. </p>
<p>O cruel padrão de beleza imposto pela sociedade tem envenenado a alma das mulheres, tornando-as demasiadamente críticas em relação à aparência. Como é impossível corresponder a esse modelo, elas se tornam vítimas de distúrbios alimentares e psíquicos na busca de um corpo perfeito, ou se transformam em pessoas inseguras e insatisfeitas. </p>
<p>Em A Beleza Está Nos Olhos de Quem Vê, a psicóloga Camila Cury vai ensiná-la a redefinir sua autoimagem e resgatar sua autoestima, ajudando-a a compreender que seu valor como pessoa está dentro de você &#8211; e não do lado de fora. </p>
<p>Por meio de histórias de pessoas que conseguiram recuperar as rédeas de suas vidas depois de perceberem o mal que sua autoimagem negativa estava causando, este livro vai inspirar você a reencontrar a alegria de se olhar no espelho e a redescobrir o orgulho de ser quem você é. </p>
<p>* Encontre nas livrarias a partir do dia 15 de julho.</p>
<div id="attachment_361" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/07/3149304gg.jpg" alt="Capa do livro" title="Capa do Livro" width="500" height="500" class="size-full wp-image-361" /><p class="wp-caption-text">Capa do livro</p></div>
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		<title>O que (quase) ninguém vê &#8211; REVISTA EDUCAÇÃO &#8211; EDIÇÃO 158</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jun 2010 13:24:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa preocupação]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>
		<category><![CDATA[novas possibilidades]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa aponta que os maus tratos entre alunos são recorrentes no cotidiano escolar; vítimas não buscam ajuda após a agressão Lucie Ferreira Um levantamento inédito sobre a violência no ambiente escolar brasileiro apontou, em abril deste ano, que 70% dos alunos entrevistados já haviam presenciado, pelo menos uma vez, maus tratos a colegas na sala [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa aponta que os maus tratos entre alunos são recorrentes no cotidiano escolar; vítimas não buscam ajuda após a agressão<br />
Lucie Ferreira</p>
<p>Um levantamento inédito sobre a violência no ambiente escolar brasileiro apontou, em abril deste ano, que 70% dos alunos entrevistados já haviam presenciado, pelo menos uma vez, maus tratos a colegas na sala de aula. Aqueles que informaram ter visto colegas serem maltratados várias vezes por semana somam quase 9%, enquanto 10% viram atos violentos todos os dias. Mais: das cinco regiões do país, a Sudeste é a que apresenta maior frequência de maus tratos entre colegas, seguida por Centro-Oeste e Sul. Realizada pela ONG Plan Brasil, a pesquisa Bullying escolar no Brasil foi realizada entre os meses de outubro e dezembro de 2009 e envolveu 5.168 estudantes de 5as, 6as, 7as e 8as séries de 25 escolas públicas e particulares nas cinco regiões do país, além de professores, funcionários, diretores e coordenadores de escolas e pais de alunos.<br />
O bullying, termo inglês que significa intimidação, compreende atitudes agressivas de todas as formas, praticadas de maneira intencional e repetitiva. Executadas em uma relação desigual de poder, ocorrem sem motivação aparente, causando dor e angústia na vítima. Embora tenha se tornado bastante recorrente na mídia a partir da década de 1990, o bullying não é um fenômeno novo. Na literatura, o escritor austríaco Robert Musil narrou esse tipo de maus tratos em O Jovem Törless, publicado em 1906. A vítima era Basini, aluno de um colégio interno flagrado ao roubar outro colega. Como forma de repreensão, dois estudantes decidem aplicar-lhe castigos humilhantes. </p>
<p>&#8220;O bullying sempre existiu, mas era tratado como uma forma de violência sem características próprias&#8221;, comenta a professora Luciene Tognetta, do Departamento de Psicologia Educacional da Faculdade de Educação (FE) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). &#8220;O olhar da ciência se volta às peculiaridades do bullying que o tornam mais sério do que outras formas de violência: é repetido e a vítima tem força para suportá-lo&#8221;, completa. Segundo Cleo Fante, a gravidade do bullying e seu prejuízo eram considerados brincadeiras próprias da fase do amadurecimento do indivíduo. Essa interpretação foi desmistificada por estudos desenvolvidos pela Universidade de Bergen, na Noruega, durante a década de 80, que alertavam sobre a existência de um fenômeno velho e novo. O material também apontava que o bullying exigiria a atenção e a preocupação não só dos profissionais das escolas, mas dos pais e da sociedade como um todo. </p>
<p>A Escola de Inteligência vem de encontro com esta questão e apresenta novos caminhos para lidar com o bullying. Através do exercício onde cada aluno aprende a se colocar no lugar dos outros é dado o primeiro passo para o enfrentamento desta questão tão preocupante dentro da educação de nosso país. </p>
<p>Leia mais sobre esta reportagem em http://revistaeducacao.uol.com.br/textos.asp?codigo=12916</p>
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		<title>Estresse infantil: pais desconhecem o que deixa os filhos preocupados</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 11:57:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa preocupação]]></category>
		<category><![CDATA[estresse infantil]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento familiar]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudos feitos pela Academia Americana de Psiquiatria (APA) mostram que há uma grande distância entre pais e filhos: os fatores que as crianças indicam como sendo os focos de suas preocupações nem sempre são enxergados, pelos pais, como algo que poderia estressá-las. Isso pode ter repercussões em longo prazo na saúde física e mental desses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudos feitos pela Academia Americana de Psiquiatria (APA) mostram que há uma grande distância entre pais e filhos: os fatores que as crianças indicam como sendo os focos de suas preocupações nem sempre são enxergados, pelos pais, como algo que poderia estressá-las. Isso pode ter repercussões em longo prazo na saúde física e mental desses indivíduos.<br />
Os estudos acompanharam crianças e adolescentes entre 8 e 17 anos, que indicaram que suas maiores preocupações, entre outras coisas, eram sobre seus afazeres escolares, o que pensar do futuro acadêmico e sobre as finanças da família. Esses indivíduos também reportaram sofrer de dores de cabeça constantes, problemas para dormir e dores ou complicações estomacais. Mas o que surpreendeu os pesquisadores foi a total falta de conhecimento, por parte dos pais, sobre os problemas dos filhos.<br />
Apenas 13% dos pais entrevistados notaram o estresse nos filhos.<br />
Durante o estudo, uma em cada três crianças (mais de 30%) indicou ter tido dores de cabeça no mês anterior à pesquisa, assim como 44% indicaram problemas com o sono. Mas apenas 13% dos pais associaram essa condição a fatores ligados ao estresse.<br />
Mais da metade dessas crianças indicou também ter grandes preocupações na vida, mas apenas 3% dos pais achavam que seus filhos estavam com algum nível de estresse avançado. Um ponto intrigante foi o fato de que aproximadamente 30% dos filhos se diziam preocupados com a situação econômica da família, fato desconhecido por 82% dos pais.<br />
O estresse crônico, lembra Katherine Nordal, uma das pesquisadoras envolvidas com as pesquisas, pode levar a transtornos mentais assim como piorar a saúde dessas crianças e adolescentes. Para a pesquisadora, é importante que os pais verbalizem o fato de que estarão lá para ouvir os filhos sobre seus problemas e tranquilizá-los quando possível.<br />
“Os pais precisam demonstrar a intenção de se preocuparem com o que aflige seus filhos. Se os pais não são receptivos, as crianças acabam sofrendo mais ainda com os problemas que enfrentam”, diz Nordal.<br />
É interessante observar também que entre os pais, as mulheres foram as que demonstraram os maiores níveis de estresse: 15% das mães, contra apenas 3% dos pais, apresentaram níveis de estresse altíssimos (nota 10 dos 10 pontos possíveis na escala usada). Além de insônia e desregulação dos hábitos alimentares o estresse pode levar a problemas dentro do relacionamento conjugal e entre a família, incluindo os filhos.</p>
<p>com informações da American Psychological Association<br />
Fonte: http://oqueeutenho.uol.com.br/portal/2010/06/04/estresse-infantil-pais-desconhecem-o-que-deixa-os-filhos-preocupados/ </p>
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		<title>Um sonho interessante!</title>
		<link>http://www.escolainteligencia.com.br/blog/nossa-preocupacao/um-sonho-interessante/</link>
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		<pubDate>Mon, 03 May 2010 20:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa preocupação]]></category>
		<category><![CDATA[coletividade]]></category>
		<category><![CDATA[heróis]]></category>
		<category><![CDATA[sonhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Violência, brigas, depressão, enchentes, terremotos, será que ainda dá para investir no mundo em que estamos vivendo? Vale a pena apostar todas as fichas em algo que parece não ter mais solução? Em uma de nossas leituras nos depoimentos dos alunos que estão aplicando o Projeto veja o que encontramos: “&#8230; quando eu era menor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Violência, brigas, depressão, enchentes, terremotos, será que ainda dá para investir no mundo em que estamos vivendo? Vale a pena apostar todas as fichas em algo que parece não ter mais solução?</p>
<p>Em uma de nossas leituras nos depoimentos dos alunos que estão aplicando o Projeto veja o que encontramos:</p>
<p>“&#8230; quando eu era menor tinha um sonho: ser um Power Ranger&#8230;!”</p>
<p>Parece simples não é?! E você deve pensar: ”mas quem nunca sonhou em ser um super herói?“ Concordamos com você, porém no restante do depoimento este aluno declara que queria ser um “Power Ranger” não para ser forte ou poderoso, mas sim para socorrer a sua família quando precisassem. Que coisa bonita poder estimular os jovens a tal reflexão, por este motivo é que não só precisamos, mas como é nosso dever investir na formação do caráter dos futuros homens que hoje possuem esses sonhos. Deixar que as crianças sonhem sim, mas mostrar-lhes que sonhos podem se transformar em realidade, precisamos ensiná-los que é bom querer ser “super heróis”, não para sermos o mais forte, o mais infalível, mas sermos aqueles que aprendem a se colocar no lugar dos outros, aprendem a desenvolver consciência critica, aprendem a expressar suas ideias sem medo, que façam o bem as pessoas, que sempre pensem antes de agir e que coloquem a vida, não somente a sua, mas de todos como bem maior, como um tesouro valioso. E que mesmo quando as coisas pareçam ruins nunca podemos pensar em desistir de ser feliz e contribuir para que as pessoas em nossa volta encontrem a sua felicidade.</p>
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		<title>FELIZ 2010!!!</title>
		<link>http://www.escolainteligencia.com.br/blog/nossa-preocupacao/feliz-2010/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Dec 2009 12:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa preocupação]]></category>
		<category><![CDATA[realizar]]></category>
		<category><![CDATA[sonhar]]></category>
		<category><![CDATA[viver vale a pena]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós, da equipe da Escola de Inteligência, juntamente com o Dr. Augusto Cury desejamos a você, educador e cidadão apaixonados pela  educação e preocupado com o futuro do nosso planeta um feliz ano novo. Não viemos desejar-lhes saúde, felicidades e paz como todos já devem tê-los feito, pois qual a diferença que faríamos em sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><em>Nós, da equipe da Escola de Inteligência, juntamente com o Dr. Augusto Cury desejamos a você, educador e cidadão apaixonados pela  educação e preocupado com o futuro do nosso planeta um feliz ano novo.</em></div>
<p><em>Não viemos desejar-lhes saúde, felicidades e paz como todos já devem tê-los feito, pois qual a diferença que faríamos em sua vida se desejássemos o que todos já os desejaram?! Por isso desejamos&#8230;</p>
<p>Que neste novo ano você ouse sonhar como uma criança</p>
<p>Batalhe pelos seus sonhos como um jovem cheio de garra e coragem, como no começo da vida</p>
<p>E aprenda a administrar seus fracassos e vitórias como um grande mestre que consegue enxergar a brevidade da existência!!</p>
<p>Porém se fracassar tenha coragem de continuar sonhando</p>
<p>E se lagrimas caírem sobre sua face, que seja para irrigar sua emoção de esperança</p>
<p>E quando tudo parecer que está perdido possa se lembrar que você não é mais um número na multidão</p>
<p>E que vale a pena viver a vida, não para encontrarmos todas as nossas respostas, mas para nos tornar eternos aprendizes.</p>
<p>Pois afinal de contas a vida tem caminhos imprevisíveis</p>
<p>E o nosso maior triunfo não é o número de acertos que acumulamos em nossa breve trajetória, mas quantas vezes tivemos ousadia de começar tudo de novo!!</p>
<p>Obrigado por você existir!!</p>
<p>UM FELIZ ANO NOVO!!!</p>
<p> </p>
<p>Escola de Inteligência e Augusto Cury</p>
<p> </p>
<p></em></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cuidado com a Depressão. Ela está muito perto!!</title>
		<link>http://www.escolainteligencia.com.br/blog/nossa-preocupacao/depressao-mais-perto-de-voce-do-que-imaginas/</link>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 15:17:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa preocupação]]></category>
		<category><![CDATA[amor a vida]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes a famosa depressão que era conhecida como frescura, doença de rico, que acometia pessoas desocupadas e idosas, hoje, surpreende o mundo todo com seu notável crescimento. Segundo a OMS, em 20 anos, ela será a doença mais comum em todo mundo, ganhando das doenças cardíacas, câncer e outras doenças tão comuns, atingindo crianças a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="LINE-HEIGHT: 15.9pt">Antes a famosa depressão que era conhecida como frescura, doença de rico, que acometia pessoas desocupadas e idosas, hoje, surpreende o mundo todo com seu notável crescimento.</p>
<p style="LINE-HEIGHT: 15.9pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 11pt">Segundo a OMS, em 20 anos, ela será a doença mais comum em todo mundo, ganhando das doenças cardíacas, câncer e outras doenças tão comuns, atingindo crianças a idosos, classe alta e baixa, intelectuais e iletrados. Deprimindo e retirando o prazer do ser humano de desfrutar do que a vida tem de melhor&#8230; ESTAR VIVO!!!</span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 15.9pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 11pt">Acredito, como vários autores, que a depressão acomete as melhores pessoas de nossa sociedade, porém, ótimas pessoas para os outros, mas péssimas para si mesmas.</span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 15.9pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 11pt">Algumas dicas para tentar preveni-la:</span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 15.9pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 11pt">Tenha um caso de amor consigo mesmo.</span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 15.9pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 11pt">Desfrute das pequenas coisas, e as faça grande aos seus olhos.</span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 15.9pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 11pt">Proteja seu sono, mesmo quando estiver muito atarefado.</span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 15.9pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 11pt">Se doe, mas não espere demais de retorno. Quem espera demais paga muito caro por isso.</span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 15.9pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 11pt">Gaste tempo nas coisas que você considera perda de tempo, pois são nessas pequenas coisas que ajudam você a ter forças para enfrentar os grandes desafios da vida.</span></p>
<p style="LINE-HEIGHT: 15.9pt"><span style="FONT-FAMILY: 'Georgia','serif'; FONT-SIZE: 11pt">Alguns podem dizer que isso é mera auto-ajuda. Mas experimente a prática de valorizar as pequenas coisas, com certeza a vida começará a ter outro sabor!!</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A triste peça que estamos encenando e o papel da Educação nessa realidade.</title>
		<link>http://www.escolainteligencia.com.br/blog/nossa-preocupacao/a-triste-peca-que-estamos-encenando/</link>
		<comments>http://www.escolainteligencia.com.br/blog/nossa-preocupacao/a-triste-peca-que-estamos-encenando/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 14:20:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa preocupação]]></category>
		<category><![CDATA[dados marcantes]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[futuro da sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[O cenário do mundo pós-moderno apresenta um progresso surpreendente na comunicação, no entretenimento, na democratização do conhecimento, na liberdade de expressão e nunca se ouviu falar tanto em qualidade de vida. Mas qual é o espetáculo que estamos assistindo?            Infelizmente, ainda com todos os avanços no cenário social e tecnológico, a peça é decepcionante. Segundo a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O cenário do mundo pós-moderno<strong> </strong>apresenta um progresso surpreendente na comunicação, no entretenimento, na democratização do conhecimento, na liberdade de expressão e nunca se ouviu falar tanto em qualidade de vida. Mas qual é o espetáculo que estamos assistindo?           </p>
<p>Infelizmente, ainda com todos os avanços no cenário social e tecnológico, a peça é decepcionante. Segundo a <strong>Organização Mundial da Saúde (OMS)<a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftn1"><strong>[1]</strong></a>, nos próximos 20 anos, a depressão deve se tornar a doença mais comum em todo o mundo. </strong>Ainda,<strong> </strong>atualmente, <strong>20% dos adolescentes sofrem de depressão, </strong>e ainda mais, Institute for Social Research, da Universidade de Michigan afirma que<strong> </strong><strong>50% da população mundial teve ou vai desenvolver algum tipo de transtorno psicológico</strong> durante a vida como; fobias, estresses, ansiedades, anorexia nervosa, transtornos de conduta, entre outros. Como reflexo deste quadro, em um importante Congresso na Califórnia com o tema “Como preparar a juventude para o século XXI&#8221;, constatou-se por meio de pesquisas, que aproximadamente <strong>30% dos jovens americanos não se tornam cidadãos produtivos porque não se sentem bem consigo mesmos<a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftn2"><strong>[2]</strong></a>. </strong>Esse número é ainda maior em países subdesenvolvidos como o Brasil.</p>
<p>Os teatros escolares são grandes responsáveis pela formação da personalidade, pelo desenvolvimento da inteligência e pela construção de pensadores, preparando-nos não apenas para conhecer o mundo em que vivemos, mas também o mundo que “somos”. Devem ser o ambiente onde aprendemos a conviver e a respeitar as diferenças de pensamentos, cor, religião, posição social. Mas o atual quadro é decepcionante: mais de <strong>45% dos estudantes brasileiros já sofreram algum tipo de violência dentro da escola, </strong>seja ela verbal ou física, segundo estimativa do Centro Multidisciplinar de Estudos e Orientação sobre o Bullying Escolar (Cemeobes)<a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftn3">[3]</a>.</p>
<p>Os dias atuais e o caminho que estamos traçando são de fato preocupantes. Estamos diante de uma massa de jovens agitados, desmotivados a conhecer, a questionar, a formar suas próprias opiniões e debaterem ideias. Vivendo cada vez mais voltados ao mundo virtual, os jovens assistem, em média, <strong>4 horas, 50 minutos e 11 segundos por dia de programação televisiva<a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftn4"><strong>[4]</strong></a>, </strong>tornam-se os principais alvos das propagandas de consumo. Segundo pesquisa elaborada pelo Instituto Akatu<a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftn5">[5]</a>, com base em estudo realizado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) com jovens de 24 países dos cinco continentes<strong>, os jovens brasileiros estão no topo dos mais consumistas, à frente de jovens franceses, japoneses, argentinos e americanos,  </strong>mas nem de longe são mais felizes, como mostram os dados sobre a depressão.</p>
<p>Os relacionamentos entre pais e filhos, professores e alunos, e entre amigos estão cada vez mais superficiais. Os jovens encontram dificuldade para dividirem suas histórias e lágrimas. Estão presencialmente ligados, porém emocionalmente mais distantes. É necessário que nos adaptemos aos avanços tecnológicos sem perder de vista a sensibilidade humana.</p>
<p>Pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)<a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftn6">[6]</a> em dezesseis cidades brasileiras mostrou que<strong> 58% dos garotos e garotas de 12 a 14 anos fizeram uso de drogas pelo menos uma vez na vida. </strong>Segundo estudos do Instituto Nacional de Políticas do Álcool e Drogas da Universidade Federal de São Paulo, a <strong>dependência do álcool aumentou 30% entre homens e 50% entre as mulheres no Brasil em relação a dez anos atrás. </strong>E outros estudos mostram que em<strong> quatro anos</strong><strong> o consumo de drogas anorexígenas cresceu 100%<a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftn7"><strong>[7]</strong></a>. </strong></p>
<p>Estatísticas como essas são realmente alarmantes. A peça que estamos encenando e as próximas que assistiremos devem ser o incentivo para que nos tornemos ativos na mudança desse roteiro, colaborando para que nossos jovens transformem-se em líderes e atores principais no teatro social, com saúde emocional e projetos de vida. Sabemos que as escolas e os educadores almejam a mudança dessa realidade, mas têm dificuldades de encontrar meios eficazes para que isto aconteça.</p>
<p>Queremos estar juntos com as instituições de ensino para ajudar a escrever um novo roteiro no teatro da educação, pois é nele que desenvolvemos as características mais importantes para o desempenho do nosso papel no teatro da vida. Hoje são nossos alunos e filhos, amanhã serão eles os responsáveis pelos principais papéis que decidirão o futuro da nossa sociedade, do nosso planeta.</p>
<p> </p>
<hr size="1" /><a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftnref1">[1]</a> Fonte: Globo.com. Disponível em: &lt;http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1289791-5603,00-DEPRESSAO+SERA+A+DOENCA+MAIS+COMUM+DO+MUNDO+EM+DIZ+OMS.html&gt;. Acesso em: 04 set. 2009.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftnref2">[2]</a> Fonte: Revista Veja. Disponível em: &lt;http://veja.abril.com.br/idade/educacao/230800/p_070.html&gt;. Acesso em: 28 ago. 2009.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftnref3">[3]</a> Fonte: Revista Veja. Disponível em: &lt;http://veja.abril.com.br/especiais_online/bullying/abre.shtml&gt;. Acesso em: 28 ago. 2009.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftnref4">[4]</a> Fonte: Painel Nacional de Televisores, IBOPE, 2007. Disponível em: &lt;http://www.alana.org.br/CriancaConsumo/ConsumismoInfantil.aspx&gt;.</p>
<p>Acesso em: 09 set. 2009.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftnref5">[5]</a> Fonte: Universia. Matéria publicada em: 18 nov. 2005. Disponível em: &lt; <a href="http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=9191">http://www.universia.com.br/materia/materia.jsp?materia=9191</a>&gt;. Acesso em: 09 set. 2009.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftnref6">[6]</a> Fonte: Revista Veja. Disponível em: &lt;http://veja.abril.com.br/idade/educacao/230800/p_070.html&gt;. Acesso em: 28 ago. 2009.</p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.escolainteligencia.com.br/blog/wp-admin/#_ftnref7">[7]</a> Fonte: Jornal Hoje. Publicada em: 24 nov. 2006. Disponível em: &lt; http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1154006-16022,00-AUMENTOU+O+USO+DE+DROGAS+NO+BRASIL.html&gt;. Acesso em: 03 set. 2009.</p>
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		<title>Sete pecados capitais dos educadores</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 20:58:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa preocupação]]></category>

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		<description><![CDATA[Os professores são um dos profissionais mais importantes da nossa sociedade. São eles que estão nos frontes das batalhas, influenciando todo dia no caráter de cada aluno, ajudando-os não apenas a construírem seus conhecimentos, mas também na sua formação enquanto pessoas. Cooperando para que os consultórios psiquiátricos e psicológicos não estejam lotados, tentam dentro de suas limitações a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os professores são um dos profissionais mais importantes da nossa sociedade. São eles que estão nos frontes das batalhas, influenciando todo dia no caráter de cada aluno, ajudando-os não apenas a construírem seus conhecimentos, mas também na sua formação enquanto pessoas. Cooperando para que os consultórios psiquiátricos e psicológicos não estejam lotados, tentam dentro de suas limitações a fazer um belo trabalho de prevenção. Por isso devemos valorizá-los, muito mais do que normalmente são. Mas como todos nós seres humanos estamos suscetíveis aos erros, os professores também necessitam tomar alguns cuidados na formação de seus alunos, tais como:</p>
<p>1-  Corrigir publicamente</p>
<p>2- Impor autoridade com agressividade</p>
<p>3-  Ser excessivamente crítico: obstruir a infância da criança</p>
<p>4- Punir quando estiver irado e colocar limites sem dar explicações.</p>
<p>5- Ser impaciente e desistir.</p>
<p>6- Não cumprir com a palavra.</p>
<p>7-  Destruir a esperança  e os sonhos</p>
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		<title>O preconceito nas escolas</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 20:22:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Camila Cury</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossa preocupação]]></category>

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		<description><![CDATA[ Uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 501 escolas públicas do país, e divulgada em junho deste ano, revelou dados preocupantes sobre o preconceito no ambiente escolar brasileiro. Das 18,5 mil pessoas entrevistadas, entre alunos, professores, funcionários e pais, 99,3% demonstram algum tipo de preconceito &#8211; étnico-racial, socioeconômico, de gênero, geração, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table border="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td width="100%">
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%">
<tbody>
<tr>
<td> Uma pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 501 escolas públicas do país, e divulgada em junho deste ano, revelou dados preocupantes sobre o preconceito no ambiente escolar brasileiro. Das 18,5 mil pessoas entrevistadas, entre alunos, professores, funcionários e pais, 99,3% demonstram algum tipo de preconceito &#8211; étnico-racial, socioeconômico, de gênero, geração, orientação sexual ou territorial ou em relação a pessoas com algum tipo de necessidade especial.De acordo com a pesquisa, os tipos de preconceito que apresentaram maior abrangência são aqueles relacionados a pessoas com necessidades especiais (96,5%), seguido por diferenças étnico-raciais  (94,2%), e aqueles relativos a diferenças de gênero (93,5%). Além disso, assim como o preconceito, percebeu-se entre todos os públicos-alvo da pesquisa uma predisposição em manter menor proximidade em relação a determinados grupos sociais, como homossexuais, pessoas com necessidades especiais de natureza mental e ciganos.Cláudia Vianna, professora da Faculdade de Educação da USP que pesquisa as relações de gênero e sexualidade na educação, explica que o preconceito é uma disposição afetiva que pode ou não se transformar em um ato de discriminação. Só que, no Brasil, muitas vezes o preconceito não chega a ser explicitado, ou mesmo entendido como tal. Uma das razões para tanto está no estereótipo disseminado do brasileiro brincalhão. Ofensas sobre a cor de pele ou a orientação sexual, por exemplo, são entendidas apenas como traço típico de uma personalidade nacional. &#8220;Mas certamente existe&#8221;, adverte Cláudia.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p> Devido tal realidade, nosso projeto visa também, trabalhar o carate dos alunos, dando suporte para o professor e assim nos tornar parceiros na formação de homens e mulheres que respeitam as diferenças e aprendam e valorizam mais o ser humano do que a classe que ele pertece. Mesmo porque ele é muito maior na sua essência do que todas as classes que ele se encontra.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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