Meus queridos Educadores!
Publicado em 25/01/2010 por Camila Cury em Aprendendo
Queridos professores, estamos enfrentando tempos difíceis. Jovens cada dia mais dispersos, pais cada dia mais ausentes. Sem falar nas tantas vezes que vocês passam despercebidos na sociedade, mesmo sendo uma das profissões mais importantes.
Mas que honra vocês têm de serem artesãos da personalidade de inúmeras crianças, apesar das dificuldades que enfrentam. Educar é doar-se àqueles que pouco têm, para que um dia eles possam se doar a outros.
Não desistam dos seus alunos, não desistam da nossa sociedade. Não desistam de vocês! Nós precisamos da sua inteligência e sensibilidade para construirmos um mundo melhor!
Algumas dicas para prevenir o adoecimento psíquico:
- Espere menos das pessoas que você considera.
- Apenas os amigos nos frustram.
- Perdoar nos liberta.
- Seja bom com os outros, mas não se esqueça de ser com você mesmo.
- O mundo pode esquecer o seu valor, mas nunca você pode esquecer-lhe.
- Você é uma estrela no espetáculo da existência!
Daniela Pegorari
26/01/2010
Camila,
estas palavras motivadoras podem ser comparadas ao “SAL”,
sem o “SAL”,o alimento não tem o mesmo realce saboroso…
estas palavras “MOTIVADORAS”, na hora certa, torna o nosso “laboro”de cada dia mais divertido. Obrigada.
Daniela Pegorari
Rosemary
27/01/2010
Parbéns pelo comentário. É bom poder ouvir/ ler palavras que nos ajuda em nossas emoções
Vera Lúcia de Andrade
31/01/2010
É nosso dever estarmos sempre alertas para orientar,amparar tanto aos pais quanto aos educandos tudo em que os possa prejudicá-los . Façamos o nosso papel e estaremos mais tranquilos conosco mesmos.
Gecineide Medeiros
01/02/2010
Gostei muitíssimo das dicas acima, elas só reforçam tudo que você diz em seus livros. Eles nos ensinam a sermos melhores como pessoa e a garantir nossa saúde psíquica. Abraços!
Maria Aparecida Santana
03/02/2010
Camila, interessante e sábio o que dizes, mas nós( professores) que vivemos o dia-a-dia dentro de escolas sem a mínima, mas a minima estrutura, estamos doentes e empurrando a vida com a barriga, ou como digo sempre, fingindo que ensinamos e nossos alunos fingindo que estão aprendendo. quando se está vivendo a realidade, nua e crua, é difícil ( mas não imoassível) mudar.